Gastroenterologista e Hepatologista

Dra. Karoline é especialista no diagnóstico e tratamento de patologias do aparelho digestivo, dedicando-se especialmente às doenças que acometem o fígado. Com o objetivo de promover saúde, que depende não apenas do bem-estar físico, mas também mental, foca no atendimento pleno, com paciência e atenção aos detalhes, buscando assim levar cura – quando possível, alívio e, em especial, amparo aos seus pacientes. As doenças do fígado geralmente são silenciosas, o que faz com que alguns pacientes sejam diagnosticados tardiamente. Através de um acompanhamento humanizado e de excelência é possível melhorar sua qualidade de vida. E você, já fez seu check-up? Como está seu fígado? Agende sua consulta. Será um prazer atendê-lo!

Área de atuação

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Gastroenterologista

Médico especialista que cuida de todas as doenças relacionadas ao aparelho digestivo, que se estende desde a boca, passando pelo esôfago e órgãos como o estômago, pâncreas, intestino, chegando ao reto. Queixas de má digestão, como azia, queimação no estômago, empachamento, distensão abdominal, além de enjoo, dor abdominal, alterações do hábito intestinal, como diarreia e prisão de ventre (constipação), entre outros achados, merecem avaliação e acompanhamento junto ao Gastroenterologista.

Hepatologista

Médico especialista que se dedica ao estudo, prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças que afetam o fígado, a vesícula biliar, os canais biliares e eventualmente o pâncreas. Queixas como olhos e pele amarelados (icterícia), fraqueza, aumento do volume abdominal, vômitos e/ou evacuação com sangue, dor ou desconforto abdominal, urina escura, fezes mais claras e até mesmo sangramentos pelo nariz ou gengiva podem representar alguma doença hepática e exigir avaliação e seguimento pelo Hepatologista.

Sobre nosso atendimento

Estamos prontos para te receber, com um atendimento totalmente personalizado e focado em sua dor. Nossos procedimentos incluem:

Dra. Karoline Amancio

Olá, sou a Karoline Amancio, é um prazer recebe-los em meu site. Antes de apresentar meu currículo, gostaria de iniciar minha apresentação com informações tão relevantes quanto às técnicas, que nos fazem refletir que além de uma profissional, uma médica, aqui também temos um ser humano, que enfrenta os mesmos desafios cotidianos que a maioria de vocês.
Sendo assim, sou a Karol, filha de duas pessoas ímpares, meus amados pais José Coelho Amancio (in memorian – saudades eternas) e Maria da Penha Loureiro Amancio, minhas raízes e fonte dos meus principais valores, sendo a família minha base.
Nasci em Vitória, mas morei durante toda a infância em Aracruz, mudando para Vitória aos 13 anos, já visando melhores condições de estudo, indispensáveis para passar no já tão sonhado e desafiador vestibular de medicina na época.
Sou esposa do José Fernando Pandolfi Júnior, uma pessoa de valores singulares e semelhantes aos meus, marido e pai amado, médico exemplar, e que me deu o maior e melhor presente de todos os tempos, o grande amor da minha vida, nosso filho Luca, aquele que traz luz e toda a montanha russa de emoções que caracteriza a maternidade.

Sobre o profissional

Dito isto, agora me apresento como médica. Passei no primeiro vestibular e aos 17 anos, em 2001, iniciava o curso de medicina na Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM).
Formo em 2006 e na sequência, em 2007, me mudo para São Paulo/SP para cursar a residência médica.
Entre Fevereiro de 2007 e Janeiro de 2009 cursei Clínica Médica no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE).
Na sequência, passei na prova para a tão desejada instituição de ensino e pesquisa, referência em Medicina na América Latina, a USP, haja emoção. De Fevereiro de 2009 a Janeiro de 2011 cursei a residência médica de Gastroenterologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).
Após a terceira prova e aprovação consecutiva, passo para a residência de Hepatologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP), encerrando o ciclo entre Fevereiro de 2011 e Janeiro de 2012.
Durante a residência de Hepatologia, tive a oportunidade de passar um mês fazendo um estágio na UTI do Hospital Clínic em Barcelona, na Espanha, experiência única e de muito aprendizado. Voltei tecnicamente melhor, fiz novos amigos e adquiri uma nova paixão, a cidade de Barcelona.
Desde 2012 iniciei atendimento em consultório particular, onde continuo trabalhando até os dias de hoje, tentando oferecer sempre o melhor para os meus pacientes.
Participo de congressos, cursos e atualizações, sendo que em 2021 fiz uma pós, um MBA em gestão e empreendedorismo, também conhecido como MBE (Master in Business and Entreprerneurship) da Link School of Business em São Paulo, outro momento ímpar na minha vida.
Por entender que nesse novo mundo altamente tecnológico em que vivemos nós médicos precisamos desenvolver novas habilidades, busquei me aprofundar um pouco em novos temas que envolviam negócios, finanças, afinal na faculdade não recebemos essa formação, mas tal oportunidade só reforçou para mim que a base de tudo o que fazemos são PESSOAS, sempre precisaremos lidar com elas, logo o foco em People Skills (habilidade de lidar com pessoas, incluindo nós mesmos) nunca pode ser perdido. Não só na medicina, mas também na vida como um todo, não podemos perder a humanidade.
Por fim, deixo aqui uma provocação:
“Antes de curar alguém, pergunta-lhe se está disposto a desistir das coisas que o fizeram adoecer.”

Depoimentos de alguns pacientes

Perguntas frequentes

A esteatose hepática, popularmente conhecida como gordura no fígado, afeta cerca de 30% dos brasileiros e normalmente não dá sintomas, como boa parte das doenças do fígado. Geralmente é detectada durante exames de check-up ou durante a investigação de alguma outra condição clínica.
Sua principal causa é a presença da síndrome metabólica, ou seja, pacientes portadores de obesidade abdominal, diabetes mellitus ou pré-diabetes, com aumento dos níveis de colesterol/triglicerídeos e/ou hipertensão arterial. Até 70% dos pacientes diabéticos apresentam esteatose. Além disso, a ingestão de bebida alcoólica e alguns medicamentos também podem estar envolvidos.
Importante destacar que embora seja reversível se houver modificação do estilo de vida e controle das comorbidades, de forma silenciosa a esteatose hepática pode, através da indução de uma inflamação crônica do fígado, evoluir para a cirrose hepática e até mesmo câncer de fígado.
Daí a importância de consultas periódicas e check-ups acompanhados da realização de ultrassom de abdome e dosagem das enzimas do fígado, em especial na população de risco (como os portadores de obesidade, diabéticos, etilistas).

Definitivamente NÃO. Atenção, nem tudo que é natural faz bem e boa parte dos chás, ervas/fitoterápicos, suplementos e vitaminas podem induzir ou agravar uma inflamação hepática preexistente (o fígado é silencioso e muitas vezes alguns problemas já estão lá e não sabemos).
Essas substâncias são metabolizadas pelo fígado, o principal órgão responsável pela “desintoxicação” do corpo e, muitas vezes, o sobrecarregamos ingerindo compostos contendo várias plantas, com a seleção inadequada da porção atóxica da mesma, podendo ainda haver contaminação química ou por micro-organismos em virtude do armazenamento inadequado.
As hepatites induzidas por chás podem não causar sintomas, manifestando-se apenas através de alterações das enzimas hepáticas (que se não forem dosadas no sangue, o diagnóstico não será feito) ou com espectro clínico variado, variando de hepatites agudas, de evolução benigna, ou na forma grave, induzindo à hepatite crônica, cirrose hepática, transplante de fígado e/ou óbito.
A hepatotoxicidade desses compostos é de difícil comprovação, pois a automedicação é frequente e o paciente em geral não informa seu uso a seu médico.
Além disso, muitos produtos naturais podem interagir com medicamentos tradicionais, interferindo no seu metabolismo e modificando sua ação terapêutica ou acentuando seus efeitos tóxicos para o fígado.
Confira nesse artigo os chás com maior potencial de induzir inflamação no fígado:
Link do artigo

A quantidade segura ingerida depende do gênero, de fatores genéticos, ambientais e psicossociais. De modo geral, o limite aceitável para a OMS (Organização Mundial de Saúde) é de cerca de 30g de etanol por dia, considerando um adulto saudável e sem outras doenças de base.
Uma dose padrão tem aproximadamente 15g de álcool ou, em termos práticos, 350mL de cerveja (~ 5% de álcool), 150mL de vinho de mesa (~ 12% de álcool) ou 40 mL de destilados – vodka, whisky e cachaça (~ 45% de álcool). Sendo assim, o limite de consumo seria em torno de 2 latas de cerveja/dia ou 300mL de vinho de mesa/dia ou 80mL de destilados/dia.
Já a estimativa de dose consumida para induzir à cirrose hepática seria de cerca de 80g/dia por 10 anos, o equivalente a 5 doses de cachaça/dia ou 3 garrafas de cerveja/dia ou 5 latas de cerveja/dia ou 5 taças de vinho de mesa/dia ao longo de 10 anos.
*Para mulheres, devemos reduzir esses números em 20%.
Os jovens universitários são considerados a população mais vulnerável ao consumo de bebidas alcoólicas e este pode interferir no desempenho acadêmico dos estudantes, expor os jovens a acidentes de trânsito, comportamento sexual de risco, gravidez não planejada, violência, ferimentos não intencionais, entre outros.
Por isso não é clichê falar “beba com moderação”. Buscar o equilíbrio é fundamental para a manutenção da nossa saúde física e mental.

Na grande maioria das vezes NÃO. Apesar de poder indicar sobrecarga de ferro no organismo, isso só é visto em 5 a 10% dos casos de ferritina elevada. Nesse contexto, precisamos avaliar também o índice de saturação da transferrina, em conjunto com os demais exames, para direcionarmos nossa conduta.
Na maioria dos pacientes o aumento da ferritina está associado a um processo inflamatório, cujas principais causas são: doença hepática alcoólica; doença hepática gordurosa metabólica (esteatose hepática = gordura no fígado); doenças autoimunes; infecções agudas ou crônicas; neoplasias (tumores); doenças sistêmicas crônicas (diabetes mellitus, por exemplo); sobrecarga de ferro (hemocromatose primária ou secundária). No consultório do Hepatologista, a causa mais comum de hiperferritinemia é a doença hepática metabólica gordurosa, algumas vezes agravada pelo consumo abusivo de álcool.
O tratamento é individualizado e direcionado conforme a causa (ou causas) e inclui mudanças no estilo de vida, suspensão do álcool, controle do diabetes, dentre outros, ficando a sangria reservada apenas para os casos de sobrecarga de ferro, que são a minoria.
Definitivamente NÃO. Já faz algum tempo que recebo questionamentos durante as consultas sobre a efetividade do “protocolo de limpeza do fígado e vesícula biliar”, que promete eliminar cálculos biliares por meio das fezes, de forma indolor, após um período de ingestão de suco de maçã, hidróxido de magnésio, azeite de oliva e frutas cítricas (podem existir variações nos ingredientes). Além de não haver comprovação científica da sua eficácia, ele também pode ser prejudicial a saúde.
Em um artigo científico publicado no jornal “The Lancet” em 2005, pesquisadores constataram que o que os adeptos expelem nas fezes não são cálculos biliares, mas sim “resíduos” daquilo que foi ingerido (ácidos graxos), comprovando que esse protocolo é um mito e as alegações feitas por alguns, enganosas.
Destaco ainda que ao “hiperestimular” a vesícula na presença de cálculos, pode-se desencadear a migração e impactação dos mesmos, a depender do seu tamanho, em alguns pontos críticos da via biliar, levando a inflamações e/ou infecções potencialmente graves. Na lista das principais complicações estão: colecistite, colangite e pancreatite aguda biliar.
Para evitar que isso ocorra, evite os tratamentos ditos “caseiros” antes de consultar um especialista.
Lembre-se: tanto o fígado quanto a vesícula biliar não necessitam de nenhum tipo de limpeza, mas sim, de hábitos saudáveis. Uma dieta equilibrada, rica em fibras e pobre em gorduras, açúcares e carboidratos, feita em intervalos regulares, baixo consumo de bebida alcoólica, prática de atividade física regular, uma boa hidratação e noite de sono são o segredo para mantermos nossa saúde em dia.

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